Wesley agora desaprova 'vaquinha' para sua contratação

Após quase um ano e meio no Palmeiras, o volante Wesley pela primeira vez admitiu que não gostou da tentativa do ex-presidente do clube, Arnaldo Tirone, de ter tentado contratá-lo por meio de uma "vaquinha" feita entre torcedores para conseguir dinheiro e tirá-lo do Werder Bremen. Na época, o clube buscava R$ 21.377.330, mas a campanha arrecadou apenas R$ 832.600, se tornando um grande fiasco.

DANIEL BATISTA, Agência Estado

30 de julho de 2013 | 10h52

Wesley disse que num futuro próximo vai falar mais sobre o assunto, mas, embora tenha tentado se segurar, admitiu ter ficado incomodado com aquela situação. "Mais para frente vou falar o que penso sobre isso, mas vivendo em um País que tem que crescer demais e que até para arrumar emprego é complicado, não vão doar dinheiro para contratar jogador", disse.

Para amenizar a crítica, o volante disse que valeu a tentativa do clube de criar uma nova forma de arrecadar fundos para viabilizar a sua contratação. "Tentaram um meio diferente e não deu. Paciência. Mas ainda bem que no fim deu tudo certo e estou aqui no Palmeiras", comemorou.

O Palmeiras lançou campanha junto aos seus torcedores em fevereiro do ano passado para poder contratar Wesley. E, após o fracasso da mesma, o clube acabou acertando a contratação do jogador por 6 milhões de euros, a serem pagos em três parcelas ao Werder Bremen, quando o atleta já estava treinando na Academia de Futebol.

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