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Wesley pede desculpas por goleada e garante estar comprometido

Volante nega 'corpo mole' após ser derrotado por 6 a 1 para rival

DEMÉTRIO VECCHIOLI, Estadão Conteúdo

25 de novembro de 2015 | 20h53

O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, criticou a falta de comprometimento de alguns jogadores. Um dos líderes do elenco, Rodrigo Caio foi no mesmo sentido. Agora só falta descobrir quem são esses atletas que não dão o sangue pelo time. Um dos mais criticados pela torcida é o volante Wesley, que chegou em março e até agora não conseguiu se firmar entre os titulares. Mas o ex-palmeirense garante que está comprometido com o time.

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, ele pediu desculpas pela goleada levada por 6 a 1 para o Corinthians, domingo, no Itaquerão, jogo no qual atuou como titular. "Têm dias que algumas coisas não dão certo, mas nada justifica o que aconteceu no domingo. Estes dias têm sido complicados para a gente e temos que pedir desculpas ao torcedor, porque é difícil esquecer esta derrota. Mas temos que nos superar para fechar o ano com a vaga na Libertadores e, assim, começar 2016 com tudo. Estamos mordidos e queremos reagir", garantiu o jogador.

Alvo de críticas, Wesley garantiu que está comprometido com o clube do Morumbi: "Se tem alguns que são comprometidos e outros que não, é a comissão que deve ver. Ninguém está no São Paulo à toa, todos tem qualidade, fizeram algo e mereceram estar aqui. Ao meu ver, não tem ninguém. Seria lamentável no grupo de 32 atletas ter gente que não se compromete".

Apesar da goleada para o Corinthians, o São Paulo é o quarto colocado do Brasileirão e depende só de si para jogar a Libertadores do ano que vem. Nas duas últimas rodadas, pega Figueirense (sábado, em casa) e Goiás (fora), rivais que brigam contra o rebaixamento. Wesley garante que a cabeça do elenco está em vencer os dois jogos.

"Estamos focados nos dois últimos compromissos da temporada para que possamos respirar e começar tudo do zero no próximo ano. Sei que nada justifica o que aconteceu, foi vergonhoso, mas só depende de nós essa mudança. Estamos conscientes do que precisa ser feito e onde temos que melhorar", assegurou.

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