David Vincent / AP
David Vincent / AP

Rami celebra possível ausência de Cavani: 'A alegria de uns faz a alegria de outros'

Entretanto, o zagueiro da França espera confronto difícil e elogia defesa adversária, uma das melhores do torneio

Estadão Conteúdo

04 Julho 2018 | 10h54

A França encara o Uruguai nesta sexta-feira, em Nijni Novgorod, pelas quartas de final da Copa do Mundo, e pode ter pela frente um adversário enfraquecido. Afinal, um dos principais jogadores da seleção sul-americana, o atacante Edinson Cavani, sofreu uma lesão muscular e é dúvida para o confronto. O zagueiro francês Adil Rami apostou que o rival não estará em campo e celebrou a possível baixa.

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"A tristeza de uns faz a alegria de outros. Estamos falando de um dos melhores atacantes do mundo, que estava com total confiança. Não será nada ruim para nós. Eu tive uma lesão na panturrilha e tentei vencer a ciência. Se ele jogar, terá vencido a ciência. Precisamos parar de acreditar que ele estará disponível", afirmou nesta quarta-feira, em entrevista coletiva.

Cavani se contundiu diante de Portugal, quando marcou os dois gols do triunfo por 2 a 1, nas oitavas, e desde então tem desfalcado os treinos do Uruguai. O jogador ainda não foi descartado pela seleção, que espera poder contar com seu futebol. Mas Rami considerou que mesmo que o jogador não atue, a França terá bastante dificuldade para superar este adversário.

"Esta partida contra o Uruguai não será nada fácil. Eles têm uma das melhores defesas do torneio, com jogadores experientes e talento. Só uma coisa é certa: será preciso estar preparado para sofrer. Esta partida será complicada e difícil até o final", avaliou.

 

Rami é atleta do Olympique de Marselha, tem 32 anos e é o único jogador de linha da seleção francesa a não ter entrado em campo neste Mundial. O zagueiro garantiu não ficar frustrado com isso e se disse satisfeito por cumprir seu papel na Rússia. Ele mesmo admitiu que é considerado o "palhaço" do elenco e comentou sobre sua importância para o grupo.

"Meu papel é tentar trazer o máximo de vibrações positivas para o time. Eu também trago minhas qualidades, meu caráter e minha força mental. Eu tento fazer com que os jogadores mais jovens do elenco entendam que talento não é o suficiente e que vamos precisar estar prontos para sofrer e para lutar", afirmou.

 

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