Hassan Ammar / AP
Hassan Ammar / AP

Zagueiro do Al Ain admite 'orgulho' por vaga, mas avisa: 'Queremos o título'

Ismail afirma que psicológico será o mais importante na final, seja contra Real Madrid ou Kashima Antlers

Redação, Estadão Conteúdo

19 Dezembro 2018 | 09h46

O Al Ain protagonizou a grande zebra do Mundial de Clubes até o momento ao eliminar o River Plate. Na terça-feira, a equipe dos Emirados Árabes Unidos fez a festa da torcida da casa ao derrotar o campeão sul-americano nos pênaltis e garantir vaga na decisão do torneio. Apesar da celebração pelo resultado histórico, os jogadores querem mais e agora almejam o título.

"Certamente, isso é a realização de um grande sonho. Nós estamos orgulhosos deste feito, mas o principal objetivo, de conquistar o título, continua", declarou o zagueiro Ismail ao site da Fifa. "A torcida foi ótima. Nos deus muito apoio pelos 120 minutos e nos pênaltis. O que alcançamos não foi nada fácil."

Para superar o favoritismo do River, o Al Ain repetiu o estilo ofensivo das primeiras partidas e chegou a ser melhor em diversos momentos da partida. Após o empate por 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação, contou com a estrela do goleiro Khalid, que defendeu a décima cobrança, de Enzo Pérez.

"O River é um clube poderoso. Todos nós sabemos sobre o futebol da América Latina e suas características. Eles são bons em manter a posse de bola e têm grande habilidade técnica, mas não notamos uma diferença tão grande entre o nível deles e dos outros times", avaliou.

Garantido na decisão, o Al Ain volta a campo no sábado para enfrentar o vencedor do confronto entre o favorito Real Madrid e o Kashima Antlers. E mesmo que o adversário seja o gigante europeu, Ismail considerou que o time da casa tem totais condições de ficar com o troféu.

"Independentemente de ser o Real Madrid ou o Kashima na final, serão 11 contra 11", comentou Ismail. "Neste nível, não há time grande ou pequeno. O jogo por si só decide o que importa, e o psicológico dos jogadores é a coisa mais importante. Eu agradeço meus aos companheiros pelo trabalho duro pelos 120 minutos."

 
Mais conteúdo sobre:
futebolMundial de ClubesAl-Ain

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.