Zé Eduardo não se incomoda mais com jejum no Santos

No dia em que foi vendido ao Dínamo de Kiev, da Ucrânia, André, o artilheiro da terceira geração dos Meninos da Vila, prometeu marcar seis gols nos seus seis últimos jogos pelo Santos, mas se despediu sem fazer nenhum. O fenômeno está perto de repetir com Zé Eduardo.

SANCHES FILHO, Agência Estado

26 de maio de 2011 | 21h13

O atacante já está vendido ao Genoa, da Itália, e pretendia se despedir do Santos em alta para chegar com prestígio ao novo clube, mas vem sendo perseguido por um período negativo que parece não ter fim. Seu o último gol foi no dia 23 de março, na vitória por 3 a 1 contra o Mogi Mirim. São 1200 minutos, mais de 13 jogos completos sem balançar as redes.

"Não vou mentir. Há quatro ou cinco jogos a falta de gols estava me incomodando, mas agora estou tranquilo. Além de o time estar vencendo, tenho apoio de Muricy porque estou me esforçando", disse o atacante, argumentando que o levantamento do desempenho dos jogadores contra o Cerro Porteño mostrou que ele foi o que mais correu em campo, quase nove quilômetros.

Embora tenha sido vaiado pela torcida ao ser substituído por Maikon Leite, na quarta-feira, Zé Eduardo se sente útil ao time. "O torcedor age por emoção e não pela razão. Não vê que você abre espaço e faz a parede na área para quem vem de trás. O importante é que Muricy e meus companheiros agem pela razão", concluiu.

ELANO EM LIVRO - "Assim me tornei Elano", esse é o título do livro escrito por Renato Evangelista e que mostra a trajetória do meia do Santos e da seleção desde os tempos em que era bóia-fria e ajudava a família cortando cana em Iracemápolis, interior de São Paulo. Renato é amigo de infância de Elano e acompanhou seus primeiros passos nos times amadoras da cidade.

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