Zé Luís tem mais uma chance e quer mostrar serviço

'É no dia-a-dia que vou conquistar meu espaço', diz o volante, de 28 anos, que substitui o suspenso Hernanes

Giuliano Villa Nova, Estadão

03 de outubro de 2007 | 20h15

Zé Luís tem mais uma chance de mostrar ao técnico Muricy Ramalho de que tem condições de ficar no São Paulo em 2008. Contratado do Verdy Tokyo, do Japão, por empréstimo até o fim do ano, o atleta que ainda tem vínculo com o São Caetano será o substituto de Hernanes (suspenso) na noite desta quinta-feira, no Maracanã. "São dez decisões que teremos, até o fim do campeonato, e não poderemos relaxar em nenhuma delas." A afirmação de Zé Luiz demonstra a vontade que o volante tem de atuar contra o Flamengo e ajudar o São Paulo a ficar mais perto do título nacional. "É mais uma chance de mostrar meu trabalho, mas isso fica mais fácil, porque o time está bem entrosado", comenta. O jogador de 28 anos tem contrato com o São Paulo até dezembro, mas encara com naturalidade a necessidade de provar suas qualidades para permanecer no clube em 2008. "É no dia-a-dia que vou conquistar meu espaço", opina. "Claro que pretendo ficar. Estou aqui há pouco mais de um mês, mas parece que faz um ano, pois todos me receberam muito bem", diz. Até agora, Zé Luiz atuou três vezes no Campeonato Brasileiro e não decepcionou. Recebeu elogios de Muricy Ramalho pela atuação contra o Internacional (vitória por 2 a 1), e teve bom desempenho nos triunfos sobre Santos (2 a 1) e Figueirense (2 a 0) - contra este, também foi titular. "Foi meu melhor jogo", avalia o jogador. Zé Luiz também está satisfeito com a projeção do seu trabalho, bem diferente de quando atuava no São Caetano, há dois anos. "O São Paulo está sempre em alta. Vou ao shopping e sou reconhecido pelos torcedores, é gratificante", conta. O volante, que também passou pelo Atlético-MG, também gosta da pressão por atuar num clube grande - clima bem diferente da época em que jogou no Japão, durante o primeiro semestre. "Lá não tem pressão da torcida, porque eu não entendia nada do que a torcida gritava", conta, rindo. "Em casa ou fora do nosso estádio, era sempre a mesma coisa."

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