Reprodução/ Vasco TV
Reprodução/ Vasco TV

Zé Ricardo volta ao comando do Vasco e encara a 'maior oportunidade na carreira'

Treinador tem identificação com o clube cruz-maltino e espera repetir boa campanha de 2018

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2021 | 17h19

Com o objetivo de trazer o Vasco de volta para Série A do Campeonato Brasileiro, Zé Ricardo foi apresentado, nesta quarta-feira, como o novo treinador da equipe para a temporada 2022. Em 2018, o treinador levou o time de São Januário à disputa da Copa Libertadores.

"A gente precisava investir nos recursos humanos e investir na área. É um grande desafio, mas eu considero a maior oportunidade da minha vida, da minha carreira, como eu falei, sempre fui muito feliz aqui no Vasco e espero que a gente possa construir um ambiente para trazer felicidade para todos. Tenho certeza que os atletas que estão vindo para o Vasco são atletas que já entenderam isso, sabem o quão é importante vestir a camisa do Vasco da Gama. É muito importante voltar e levar o Vasco para a primeira divisão", disse Zé Ricardo, de 50 anos.

A diretoria reforçou o time com o goleiro Thiago Rodrigues, o lateral Edimar, o zagueiro equatoriano Luís Cangá e o volante Yuri Lara. A missão é apagar da memória dos torcedores vascaínos a péssima campanha na Série B do Brasileiro deste ano, quando o time encerrou sua participação apenas na décima colocação.

"Sabemos de todo desafio que temos na temporada 2022. Mas sabemos da oportunidade que temos de levar Vasco novamente ao seu lugar e fazer uma grande temporada. A torcida está machucada, mas temos o dever de fazer com que a torcida retorne ao poucos a São Januário. Agora é a nossa fez de fazer o inverso, monta uma equipe competitiva", afirmou o treinador.

Zé Ricardo sabe que vai ter um tempo curto para colocar as coisas nos eixos em São Januário. "A gente sabe como funciona o futebol, a gente não se ilude em relação a isso. O primeiro objetivo tem que ser a curto prazo, temos que fazer a equipe render logo no inicio, é uma tarefa difícil porque é um grupo que vai ser formado, boa parte, vindo de fora. Tenho muita confiança do que foi apresentado, e o presidente sabe que o trabalho, para ser feito de maneira correta, precisa ser feito de medio a longo prazo. Mas a pressão faz parte."

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