J. F. Diório/Estadão
J. F. Diório/Estadão

Zé Roberto defende Oswaldo e divide responsabilidade

Jogador entra no 2º tempo, mas não consegue mudar placar

DANIEL BATISTA, Estadão Conteúdo

28 de maio de 2015 | 00h29

Zé Roberto saiu em defesa do técnico Oswaldo de Oliveira após o empate por 0 a 0 com o ASA, nesta quarta-feira, no Allianz Parque, pela terceira fase da Copa do Brasil. Ao final da partida de ida do confronto, a torcida palmeirense xingou e vaiou bastante o treinador.

"O importante é se fechar entre nós e saber que o momento que gente vive, a cobrança maior está voltada para o Oswaldo, mas ela tem que ser dividida porque cada um de nós temos que pegar a responsabilidade e absorver forças", disse o meia/lateral-esquerdo, que entrou no segundo tempo da partida.

Para o jogador, o clássico de domingo, contra o Corinthians, no Itaquerão, será um divisor de águas. "É um jogo importante pelo momento que estamos vivendo. Nesses dias temos que trabalhar e focar nesse jogo. É absorver forças e conquistando o que a gente quer, vai nos trazer tranquilidade", completou.

O lateral-esquerdo Egídio disse não entender as dificuldades da equipe nestes últimos jogos. "O time está tentando. Não sei o que está acontecendo. Dois jogos que a gente tenta, tenta e não consegue. Tem que ter paciência", lamentou o jogador.

Já o goleiro Fernando Prass negou que a reunião feita pela diretoria, que cobrou publicamente os jogadores na segunda, atrapalhou o time. "Jogador do Palmeiras tem que estar acostumado com cobrança assim. Não conseguimos o resultado por nossa culpa. Não é culpa do Oswaldo ou de reunião", explicou.

O elenco alviverde volta aos treinos na tarde desta quinta-feira, na Academia de Futebol.

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