Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

1ª vez após a Copa

Mano Menezes convoca o goleiro da Internazionale, ausente desde a falha diante da Holanda, para o amistoso contra a França, no dia 9, em Paris

Bruno Lousada, O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2011 | 00h00

Julio Cesar chegou à Copa da África, em 2010, com o rótulo de melhor goleiro do mundo, mas saiu de lá com a imagem desgastada. A falha no primeiro gol da Holanda que contribuiu para a eliminação do Brasil nas quartas de final do Mundial fez o camisa 1 chorar bastante e se afastar da equipe. Desde que o técnico Mano Menezes assumiu a seleção, no fim de julho, Julio César foi preterido em quatro partidas.

Mas, agora, seu nome foi lembrado para defender o País no amistoso contra a França, no dia 9 de fevereiro, em Paris. Embora ainda se recupere de contusão na coxa esquerda e não tenha jogado nenhuma vez neste ano, pesou o currículo vitorioso do atleta da Inter de Milão, de 31 anos, para voltar a vestir a camisa canarinho - anteontem, ele foi eleito o melhor goleiro do Campeonato Italiano de 2010.

"Tive conversa com ele em relação ao retorno. Ele volta a jogar nesta semana, estará em boa condição. Grandes jogos exigem essa trajetória na seleção", declarou Mano Menezes, depois de anunciar a lista dos 22 convocados, no Rio, com três surpresas: os meias Renato Augusto, do Bayer Leverkusen, e Jadson, do Shakhtar (Ucrânia), além do atacante Hulk, do Porto.

Mano explicou por que não convocou nenhum jogador que atua no futebol brasileiro. "Nossa pré-temporada é bastante curta. Certamente nossos jogadores vão sofrer nos próximos jogos e enfrentariam atletas que estão em outro estágio. É importante ter a mesma força."

Ao comentar a contratação do veterano Rivaldo, a quem denominou de grande ídolo, pelo São Paulo, Mano Menezes expôs um problema: a reposição dos meias criativos no País está "devagar". Com a contusão de Ganso e Kaká, aliada à queda de produção de Ronaldinho Gaúcho, o treinador ainda busca um camisa 10 para a seleção, por mais que já tenha uma base de "70 a 80%" do time que vai disputar a Copa América em julho, na Argentina. Ele promete armar a seleção ofensiva contra a França. Pretende escalar três homens de frente, sendo Pato o atacante de referência.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.