A japonesa Tamura e a chinesa Wen viraram mitos

O judô passou a ser uma modalidade olímpica em 1964, em Tóquio. Mas apenas entre os homens. As mulheres só puderam participar dos Jogos em 1988, em Seul, como exibição. Entrar na briga por uma medalha apenas na Olimpíada de Barcelona, 1992.

Wilson Baldini Jr., O Estado de S.Paulo

27 de setembro de 2010 | 00h00

De lá para cá, grandes judocas surgiram. O maior nome de todos os tempos é a japonesa Ryoko Tamura, que dominou a categoria até 48 quilos por mais de dez anos. Foram duas medalhas de ouro olímpicas, duas de prata e uma de bronze, além de sete vezes campeã mundial. Virou marca de boneca no Japão e se casou com um astro do beisebol japonês. A cerimônia de casamento custou mais de US$ 3 milhões.

Outro destaque do judô é a chinesa Tong Wen. Sempre sorridente, a atleta de mais de 120 quilos foi quatro vezes campeã mundial e mostrou sua supremacia na Olimpíada de Pequim, ao ganhar o ouro olímpico. Mas, em maio, Tong Wen foi flagrada no exame antidoping, suspensa por dois anos e impedida de tentar o pentacampeonato mundial no Japão.

Além de China e Japão, a França também obtém resultados expressivos nas competições internacionais.

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