A Olimpíada no Brasil

Londres 2012 já passou. Agora o mundo vai olhar para o Rio que, pela primeira vez na história, vai receber os Jogos Olímpicos. Experiência única e um imenso desafio ao Brasil. O País vai ser cobrado para entregar uma Olimpíada se não maior pelo menos da grandeza que os britânicos apresentaram até ontem.

O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2012 | 03h10

Os números já projetados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e Comitê Olímpico Brasileiro (COB) são estrondosos. A previsão da venda dos direitos de transmissão da televisão alcança US$ 4 bilhões. Receitas com o marketing seriam de US$ 1 bilhão. O COI espera arrecadar cerca de R$ 10 bilhões em contratos com multinacionais e redes de televisão.

Os custos da brincadeira também são elevados. Previsão feita pelo COB em 2009 e que certamente será revista para cima indica que o Brasil vai gastar R$ 5,6 bilhões em operações e mais R$ 23 bilhões nas obras de infraestrutura. Todo esse investimento deve vir dos governos federal, estadual, municipal e dos patrocinadores.

O Rio sofrerá grandes transformações nas suas principais regiões (veja infografia nas págs. 6 e 7) e a população espera o legado dos Jogos.

Enquanto a cidade se reinventa para receber o mundo, os atletas entram no ciclo olímpico na corrida pelo ouro. Muitos dos jovens que encantaram o mundo em Londres certamente vão ser destaques nas piscinas, pistas, ginásios e campos da cidade maravilhosa. Veteranos de alto quilate também prometem se despedir em 2016.

Neste caderno dedicado aos Jogos Olímpicos do Rio, o Estado apresenta os candidatos a astros na briga pelas medalhas, os que preparam a aposentadoria e todas as transformações a que a cidade vai passar nos próximos quatro anos. E um pôster com alguns medalhistas brasileiros em Londres.

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