Mowa Press/Divulgação
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A verdadeira estreia do volante Paulinho

Jogador tem diante da Suécia a primeira oportunidade real de mostrar seu futebol na seleção

Mateus Silva Alves - Enviado especial, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2012 | 03h06

ESTOCOLMO - Paulinho já tem um jogo pela seleção brasileira, mas não é absurdo dizer que a partida contra a Suécia será sua verdadeira estreia. Isso porque sua aparição com a camisa amarela ocorreu em um dos jogos contra a Argentina pelo Superclássico das Américas, no ano passado, que de super não tiveram nada, já que os dois times estavam sem jogadores que atuam na Europa. Hoje será diferente, a seleção estará com sua força máxima e vai enfrentar um time europeu tradicional que também contará com seus melhores jogadores. Será o primeiro grande teste de Paulinho na seleção.

A convocação do volante para o jogo contra a Suécia e a sua inclusão no time titular são um prêmio a um dos jogadores mais importantes do Corinthians na conquista da Libertadores, já que fez de tudo na campanha vitoriosa: ajudou a proteger a defesa, fez a bola chegar redonda ao ataque e ainda apareceu na área adversária para fazer gols decisivos, como o que classificou o Corinthians para a semifinal, contra o Vasco, no Pacaembu.

O desafio, agora, é maior. E Paulinho parece saber. "Para mim é um grande privilégio estar aqui. Eu sei que tudo o que eu tenho de fazer é jogar bem para voltar mais vezes", falou Paulinho. "O meu primeiro objetivo na seleção é fazer bons jogos, mas tenho consciência de que não sou eu que vou resolver os problema da seleção, é o grupo que vai fazer isso."

Embora tenha chegado a Estocolmo apenas na tarde desta terça-feira, já que defendeu o Corinthians no domingo contra o Coritiba, pelo Brasileirão, Paulinho garante que está em condições de aguentar os 90 minutos do amistoso. E terá de correr bastante, já que vai se revezar com Rômulo na proteção à defesa e no apoio ao ataque.

Mano Menezes não vê problemas em abrir mão de um cabeça de área como Sandro, especialista na marcação, para escalar dois volantes também armadores. "Nunca escondi que minha preferência quanto a volantes é por jogadores que tenham qualidade na saída de bola, coisa que o Paulinho tem."

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