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Abel elogia Flu em último jogo no Brasileirão e não confirma se fica no clube

Técnico gostou do desempenho do time no empate com o Atlético-GO

Estadão Conteúdo

04 de dezembro de 2017 | 11h06

O técnico Abel Braga gostou do desempenho do Fluminense no empate em 1 a 1 com o Atlético Goianiense, neste domingo, no estádio Olímpico, em Goiânia, na última rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time tricolor das Laranjeiras chegou aos 47 pontos e, mesmo depois de brigar contra o rebaixamento e terminar somente em 14.º lugar na tabela, garantiu uma vaga na próxima edição da Copa Sul-Americana.

+ Veja a classificação final da Série A do Brasileiro

"Fomos melhores que o adversário na maior parte do tempo. Fizemos um jogo diferente, mudamos a forma do time jogar. Ao longo da semana, foram dois treinos e eles assimilaram muito bem a mudança tática, que foi drástica. Nesse sentido, eu gostei muito do que eu vi, por que é uma forma de jogar ainda sem entrosamento. Pelo entendimento tático dos jogadores, resolvi arriscar essa mudança. É inclusive essa maneira de jogar, dentro das possibilidades, que eu pretendo usar no ano que vem", projetou.

Abel Braga, no entanto, não confirmou se permanecerá no clube em 2018. "Falta definir uma coisa ou outra, essa semana vou ter a cabeça no lugar para resolver isso. Vejo uma boa intenção por parte da direção, minha vontade é cumprir meu contrato, mas eu vou, agora, conseguir colocar a cabeça no travesseiro e pensar. Foi um ano muito pesado. Acho que poderíamos ter feito melhor, apesar de todos os problemas que nós tivemos", declarou o técnico.

Mesmo sem garantir que estará no comando do Fluminense na próxima temporada, Abel Braga avaliou as possíveis mudanças no elenco para o ano que vem. O treinador entende que o time precisa se reforçar e diminuir a dependência dos jovens formados nas categorias de base.

"Um ou outro será vendido. É a necessidade. Nós não temos condições de fazer grandes contratações. Então, temos que ser inteligentes com relação às trocas. Você pode perder um jogador de grande qualidade e trazer dois, três bons. Você consegue cobrir melhor como um todo. Não podemos ficar na dependência de um menino resolver. Não são todos que vão desenvolver como o Douglas e rapidamente como o Wendel, por exemplo", analisou Abel.

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