'Abertura no Rio será melhor', garante a presidente Dilma

A promessa é de uma escola de samba para a cerimônia inaugural em 2016; na sua despedida de Londres, ela foi às cmpras

JAMIL CHADE / ENVIADO ESPECIAL , DANIELA MILANESE , LONDRES, O Estado de S.Paulo

29 de julho de 2012 | 03h02

A presidente Dilma Rousseff promete uma escola de samba para a abertura dos Jogos de 2016 e garante que o Rio de Janeiro será "muito melhor" que a produção realizada pelos britânicos na noite de sexta-feira. Ontem, Dilma, seus ministros, governadores e deputados que estavam em Londres fizeram questão de insistir que a festa em 2016 será mais animada.

"Gostei muito (da abertura), mas vamos fazer melhor", disse Dilma. "Vamos chamar uma escola de samba e vamos abafar", completou, indicando que trocou algumas palavras com a rainha Elisabeth II ontem antes do evento justamente sobre a relação entre o Brasil e Reino Unidos.

Entre os ministros, a percepção era a de que o evento em Londres será superado com facilidade pelo Rio. "Os nossos 'Joãozinhos Trinta' são muito melhores que esses aqui", declarou Marcos Maia, presidente da Câmara dos Deputados. O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, apontou como o Rio irá superar Londres. "Dá para fazer algo bem melhor que eles", disse. "Somos muito mais criativos" disse Marco Antonio Raupp, ministro de Ciência e Tecnologia. Sergio Cabral, governador do Rio, comentou a ministros que Pequim em 2008 havia sido melhor que Londres.

Ontem, em seu último dia por Londres, Dilma preferiu não ir a nenhuma competição. Usou seu dia livre para caminhar pela cidade. Dilma e sua filha entraram na loja da National Geographic, que ficou fechada para o público por cerca de 15 minutos.

Na saída, Dilma contou que comprou um globo terrestre e uma camiseta já que não encontrou documentários da BBC que estava procurando. Na caminhada, de cerca de 50 minutos em meio à multidão, Dilma parou para fotos com brasileiros e com familiares de atletas que a reconheceram. Mas não disfarçou a irritação com os jornalistas que a acompanhavam. "Pelo menos um dia na semana tem o direito a ar livre", completou.

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