Abismo separa atleta e ciência

A produção científica esportiva do Brasil é grande, mas ainda não está à disposição do técnico, do atleta e do esporte de alto rendimento. A ciência ainda não serve ao esporte nacional, como ocorre em países como Estados Unidos, Austrália, Cuba, Alemanha, Espanha e Japão.Segundo o fisiologista Turíbio Leite de Barros, coordenador do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte (Cemafe), de São Paulo, o que a ciência do Brasil está fazendo vem sendo objeto de publicações em inglês e tem sido mais útil para outras nações do que para os nossos próprios atletas. "No Brasil as peças estão espalhadas. A política do esporte não sai do papel e não temos centros de treinamentos onde essas peças se juntem", afirma.Leia mais no Estadão

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