Abraço de mãe e irmã dá energia a Neymar

Antes de Adilson Batista anunciar o Santos que entrará em campo amanhã às 16 horas para enfrentar o Corinthians, no Pacaembu, Neymar avisou que não está cansado e está à disposição para jogar. "Depois que eu cheguei, abracei a minha mãe e a minha irmã, o cansaço passou. Elas são as mulheres da minha vida", disse o artilheiro do Campeonato Sul-Americano Sub-20.

Sanches Filho / SANTOS, O Estado de S.Paulo

19 de fevereiro de 2011 | 00h00

Neymar diz que continua sendo o mesmo jogador que tirou Chicão do sério, ao dar um chapéu no zagueiro, após o lance estar paralisado, na vitória do Santos por 2 a 1 contra o Corinthians no Campeonato Paulista do ano passado. "Só mudou a idade. Eu tinha 18 anos e agora estou com 19", brincou. Com os nomes da mãe (Nadine) e da irmã (Rafaela) tatuados nos punhos, ele chegou à sala de entrevistas do CT Rei Pelé, ontem, dizendo que estava com saudade dos jornalistas. Parecia estar sendo sincero.

Amanhã, será a maior atração do clássico que não terá mais Ronaldo e Roberto Carlos. "É ruim para o futebol. O Corinthians não fica mais fraco porque tem outros jogadores de qualidade."

Neymar disse que ficou contente com valorização de Lucas pelo São Paulo. "Ele foi meu parceiro de quarto na seleção, é brincalhão e um jogador fora de série. Não tenho nem o que falar dele."

Sobre a possibilidade de ter a carreira administrada pela agencia de Ronaldo Fenômeno, a 9ine, desconversou. "É o meu pai quem decide." Sobre o amigo Paulo Henrique Ganso disse estar com saudade de jogar ao lado do meia. "Não vejo Ganso com outra camisa", afirmou, referindo-se à possibilidade do companheiro ir para o Corinthians ou para o futebol europeu.

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