Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Aceleradas

A FIA informou ontem que no dia 22 irá apreciar o pedido de apelo da McLaren. A equipe apelou contra a decisão dos comissários que impuseram 25 segundos ao tempo de prova de Lewis Hamilton, na Bélgica, por ter tirado vantagem ao cortar a chicane para ultrapassar Kimi Raikkonen. Hamilton caiu de primeiro para terceiro e Felipe Massa venceu.A tradicional reunião entre os pilotos e o diretor de prova, Charlie Whiting, ontem, serviu para esclarecer, de uma vez por todas, a regra sobre cortar chicanes, já que em Monza há duas delas. A partir da agora, o piloto que cortar uma chicane não poderá ultrapassar o adversário na curva seguinte. Terá de esperar a segunda depois da chicane, no mínimo, para tentar a manobra. "Não estava 100% claro", disse Mark Webber, da Red Bull. Max Mosley, presidente da FIA, apareceu neste ano pela primeira vez, oficialmente, a uma etapa do Mundial. Mais magro, respondeu apenas ao que desejava, independentemente da pergunta. O jornal britânico News of the World publicou fotos do dirigente em sessão de sexo sadomasoquista e sua imagem caiu em desgraça. "Vim pedir às equipes que apresentem propostas para reduzir os custos da F-1. Espero que apresentem, caso contrário nós as faremos." O presidente da FIA definiu como "estúpida" a reação das pessoas que acusaram a entidade de punir não Hamilton, em Spa-Francorchamps, mas a McLaren, por causa da relação tensa entre ele próprio, Mosley, e Ron Dennis, diretor e sócio da McLaren. "Hamilton é um piloto brilhante, seria fantástico se ele vencesse, mas isso não quer dizer que vamos ajudá-lo ou discriminá-lo. Nós somos neutros", afirmou.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.