Livio Oricchio, O Estado de S.Paulo

18 de abril de 2011 | 00h00

Jenson Button, da McLaren, deu pinta de que poderia vencer, ontem, como fez no ano passado, ao ultrapassar Vettel, o pole, na largada. Mas acabou em quarto, enquanto o companheiro, Lewis Hamilton, atrás dele no início, venceu: "Simplesmente não tinha a sua velocidade", disse.

Moral alto

Nico Rosberg, quinto colocado, estava satisfeito por ter ficado à frente da Red Bull em alguns momentos do GP. "O fato é que em condição de corrida não estamos longe. O mais importante foi ter elevado o moral da equipe." Rosberg perdeu rendimento também para evitar uma pane seca.

Passo enorme

Michael Schumacher, companheiro de Nico, não comentou seu oitavo lugar. Sucinto, falou ter disputado uma "verdadeira corrida", com muitas ultrapassagens. "Demos um enorme passo adiante aqui na China, o que vai ajudar a dispormos de um carro ainda mais rápido na Turquia", comentou Schumi.

É muita borracha

Os pilotos reclamam de excesso de borracha na pista. Cada jogo de pneus deixa 6 kg no asfalto. São 11 jogos, mais 2 extras nas sextas-feiras, por piloto. Com 24 pilotos há, portanto, espalhado pelo circuito, 1.872 kg de pedacinhos de borracha.

Acertar o pit stop

Decidir o momento correto de realizar o pit stop é a grande lição do GP da China, reconheceu Eric Boullier, diretor da Renault. Vitaly Petrov obteve o 9.º lugar e Nick Heidfeld, o 12.º. "A definição da estratégia durante a corrida é primordial." O time falhou nisso, disse.

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