O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2011 | 03h05

Bruno Senna sabia que o desempenho da Renault, no GP de Cingapura, seria fraco. Seu único consolo foi se classificar e terminar na frente de Vitaly Petrov, seu companheiro, mais experiente. Bruno foi 15.º e o

russo, 17.º.

Multa

A Renault passou a Bruno informação equivocada sobre sua posição na relargada. Disseram que lutava com Sergio Perez, da Sauber. Na realidade estava uma volta atrás. Os dois chegaram a se tocar. Os comissários multaram o time em 7,5 mil.

Ironia

Lewis Hamilton não falou com a imprensa. No breve instante que atendeu a TV inglesa, para não dizer quase nada, Felipe Massa passou, deu um leve tapa no seu ombro e disse: "Belo

trabalho, hein?" O inglês bateu no carro do brasileiro.

Bate e volta

Rubens Barrichello voou logo em seguida ao fim da corrida para o Brasil e já na segunda-feira regressa à Ásia, para disputar o GP do Japão. A razão de viajar ao Brasil é ajudar no projeto da Williams de conseguir patrocinadores brasileiros.

Interesse por Button

Faz todo sentido a Ferrari ter na sua lista de pilotos de interesse o inglês Jenson Button, da McLaren. Ontem teve outro desempenho digno de um campeão do mundo, ao largar em terceiro, ultrapassar Mark Webber e terminar em segundo.

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