Acidente com Vôlei Futuro adia semifinal

Ônibus da equipe tombou a 600 m do ginásio onde ocorreria jogo com o Osasco. Nova data será divulgada hoje pela CBV

, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2011 | 00h00

OSASCO

Jogadoras e comissão técnica do time feminino do Vôlei Futuro passaram por um grande susto ontem à noite. O ônibus da delegação de Araçatuba, que seguia para o primeiro jogo da semifinal da Superliga contra o Sollys/Osasco, tombou a 600 metros do Ginásio José Liberatti. A partida foi adiada e uma nova data deve ser anunciada hoje pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

O acidente ocorreu por volta das 20h30, quando chovia muito na capital paulista e na região metropolitana. O veículo havia saído do hotel e seguia pela pista lateral da Avenida Fuad Auada, paralela ao Viaduto Guerino Spitaletti, parte do complexo viário que dá acesso à Rodovia Castello Branco e Marginal do Tietê. "A impressão é de que o ônibus caiu do viaduto, porque não dava para capotar", tentou explicar o técnico William, em entrevista ao SporTV. "Chovia muito."

O ônibus tombou para o lado direito e as jogadoras precisaram utilizar as saídas de emergência localizadas no teto. "Senti uma batida de frente e o ônibus virou. Todo mundo começou a cair em cima de mim", disse a líbero Stephany. Nenhuma das atletas se feriu com gravidade, de acordo com informações iniciais. William informou ter entrado em contato com o técnico do Osasco, Luizomar de Moura, que acionou as duas ambulâncias que estavam no ginásio.

A líbero americana Stacy Sykora era a que mais inspirava cuidados. Ela sofreu um corte na testa e ficou em estado de choque. "A Stacy desmaiou, foi a primeira a ser socorrida. A Fabiana, a Joycinha se apavoraram e choravam porque são muito ligadas a ela", continuou William.

Parte do grupo, assim como o motorista do ônibus, foram levados ao Hospital Regional de Osasco, também nas proximidades do ginásio. As atletas passaram por exames de raio X, para verificar possíveis fraturas, e foram liberadas. Stacy, porém, foi transferida para o hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde ficou em observação.

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