Adilson Batista exalta poder de criação do Cruzeiro

Apesar de o seu time ter ficado no 0 a 0 com o Santos, no último domingo, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro, o técnico do Cruzeiro, Adilson Batista, saiu satisfeito com o número de chances criadas pela equipe mineira no duelo.

AE, Agencia Estado

17 de agosto de 2009 | 10h37

O treinador admitiu dificuldades por causa da saída de jogadores importantes do setor de meio-campo, como Gerson Magrão, Ramires e Wagner, mas lembrou que o ataque cruzeirense é o mesmo que disputou a Libertadores deste ano. O clube mineiro é o que menos marcou até aqui neste Brasileirão, com 18 gols.

"Nosso ataque não está entre os melhores, mas os jogadores são os mesmos. Claro que a gente vem tendo algumas dificuldades, mas o importante é que estamos criando. Vamos continuar insistindo, passando tranquilidade, mostrando, para que eles tenham calma e a gente faça mais gols", afirmou.

Adilson ainda explicou as dificuldades encontradas pelo meio-campo da equipe, lembrando das características de cada jogador que deixou o clube. "Ano passado nós também encontramos isso, várias equipes mudaram o posicionamento para jogar contra o Cruzeiro e a gente tinha capacidade de sair. Agora perdemos um desafogo, que era o [Gerson] Magrão, mesmo improvisado, tinha uma velocidade. O Gilberto está se adaptando à função do Wagner. Ele é mais lateral. A dinâmica do Ramires é diferente da de determinados meias. Tudo isso tem um reflexo."

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