Advogado não sabe quanto o garoto pagou para viajar

SÃO PAULO - Mesmo sendo de família humilde e tendo de fazer "bico" para ajudar a mãe a criar cinco irmãos, o adolescente que diz ter sido o responsável pela morte de Kevin teve dinheiro para gastar pelo menos R$ 120 em sinalizadores e ainda pagar a caravana para a Bolívia e os custos para se manter fora de casa por quase uma semana, período em que não frequentou a escola nem trabalhou. É o que garante Ricardo Cabral, advogado do garoto e da Gaviões da Fiel.

O Estado de S.Paulo

26 de fevereiro de 2013 | 02h05

"A torcida não financia a viagem de ninguém. Todo mundo tem de pagar, a diferença é que ele, como sócio, paga menos do que uma pessoa que não é associada." Cabral, no entanto, não soube explicar quanto o adolescente pagou.

Em seu site, a Gaviões também não divulga os preços de suas caravanas. Para os próximos jogos da equipe como visitante anuncia apenas que os valores tanto de ingresso como da caravana estão "a definir".

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