Christophe Ena/AP
Christophe Ena/AP

África do Sul leva terceira taça na Copa do Mundo de Rúgbi ao bater a Inglaterra

Disputada em Yokohama, a grande final foi uma reedição do encontro decisivo de 2007 do torneio, que agora possui dois tricampeões

Redação, Estadão Conteúdo

02 de novembro de 2019 | 11h22

A Copa do Mundo de Rúgbi, disputada no Japão, terminou neste sábado com a consagração da terceira geração vencedora da África do Sul no esporte. Depois de conquistar a taça nas edições de 1995 e 2007, a equipe comandada por Makazole Mapimpi, Cheslin Kolbe e Duane Vermeulen, venceu a surpreendente Inglaterra, que estava invicta, por 32 a 12.

Disputada em Yokohama, a grande final foi uma reedição do encontro decisivo de 2007 do torneio, que agora possui dois tricampeões, uma vez que a seleção do continente africano igualou o número de títulos da lendária equipe da Nova Zelândia, vencedora em 1987, 2011 e 2015, e que caiu na semifinal perante a Inglaterra.

O capitão sul-africano Siya Kolisi foi outro personagem importante do dia no encerramento da Copa do Mundo, ao se tornar o primeiro capitão negro da história a erguer o troféu do evento, arrebatado por sua equipe em uma campanha de sete vitórias e apenas uma derrota.

Com um domínio tático absoluto durante toda a partida, os "Springboks", como são conhecidos mundialmente no esporte, terminaram a primeira etapa com uma vantagem de 12 a 6 no placar.

Na etapa final, com o auxílio de Handre Pollard - que fez 22 pontos - e mantendo o controle do duelo, a África do Sul permitiu que o adversário marcasse apenas por intermédio de pênaltis, confirmando o triunfo no estádio que também foi palco do quinto título mundial do Brasil no futebol, em 2002.

Na decisão do terceiro lugar do torneio, que começou em setembro e contou com grande sucesso de público e chegou a ter partidas canceladas devido à passagem do tufão Hagibis pelo território japonês, a Nova Zelândia superou o País de Gales por 40 a 17.

Tudo o que sabemos sobre:
rúgbi

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.