Charly Triballeau/AFP
Charly Triballeau/AFP

África do Sul supera País de Gales e vai à final da Copa do Mundo de Rúgbi

Equipe africana triunfa por 19 a 16 e encara a Inglaterra na grande decisão

Redação, Estadão Conteúdo

27 de outubro de 2019 | 10h44

Estão definidos os finalistas da Copa do Mundo de Rúgbi, que está sendo realizada no Japão. Em duelo equilibrado, a África do Sul derrotou País de Gales por 19 a 16 neste domingo, em Yokohama, e fará a final da competição contra a Inglaterra, que desbancou o favoritismo da Nova Zelândia na outra semifinal.

A grande decisão está marcada para o próximo sábado, dia 2 de novembro, em Yokohama. Será a terceira vez que a África do Sul disputa uma final. Nas duas oportunidades em que chegou a esse estágio, sagrou-se campeão. Primeiro em 1995 e depois em 2007.

Assim como há 12 anos, os africanos contarão com a força física, uma defesa sólida e o jogo estruturado e organizado para vencer. "Não tenho 100% de certeza de que a final da Copa do Mundo será vencida por um plano de jogo expansivo e de tries maravilhoso", disse o técnico da África do Sul, Rassie Eramus. "Posso estar errado, mas vamos trabalhar com o que temos".

A partida neste domingo foi marcada pelo vigor físico e pelo equilíbrio. O próprio Eramus admitiu que o desempenho não foi brilhante, mas ficou feliz com a postura de seus comandados. "Provavelmente não foi o melhor espetáculo para assistir", reconheceu o treinador. "Mas os rapazes pegaram suas armas e se adaptaram a elas".

O técnico não deve ter gostado dos 20 primeiros minutos, período em que o País de Gales foi dominante. Os africanos, porém, cresceram aos poucos na partida tendo maior posse de bola e conseguindo ações ofensivas importantes.

Handre Pollard foi o grande destaque do confronto e liderou a seleção africana. Ele converteu quatro pênaltis e marcou quase todos os pontos de sua equipe. No final, os galeses tentaram o empate, mas pararam na forte defesa adversária.

O revés impediu a despedida perfeita do treinador Warren Gatland, que deixa o comando do País de Galés após 12 anos de sucesso. "Quando estávamos na briga de braço, tratava-se de atrito e tenho orgulho dos jogadores por não desistir e lutar até o final", disse Gatland. "Poderia ter sido diferente", lamentou.

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