Agora, meta é vaga no Pré Mundial

Brasil, terceiro no Chile, tem nova chance de ir a Pequim em junho

O Estadao de S.Paulo

01 de outubro de 2007 | 00h00

Para a seleção brasileira feminina de basquete restou planejar o futuro. O Pré-Olímpico Mundial, de 9 a 15 de junho do ano que vem, passa a ser a meta do time, que luta por uma das cinco vagas para a Olimpíada de Pequim, em disputa na competição. Do Pré-Olímpico das Américas, em Valdívia, Chile, encerrado ontem, o Brasil trouxe a medalha de bronze, após uma vitória sobre a Argentina por 73 a 41 (28 a 21). A única vaga olímpica disponível no torneio das Américas ficou para os Estados Unidos, que ontem venceram Cuba por 101 a 71. Cuba, Brasil e Argentina - segundo, terceiro e quarto colocados, respectivamente - estão classificados para o Pré-Olímpico Mundial.São seis as seleções que já estão asseguradas para a Olimpíada dentre as 12 que estarão em Pequim: China (sede), Austrália (campeã mundial), Estados Unidos (Américas), Nova Zelândia (Oceania), Coréia do Sul (Ásia) e Mali (África).A seleção brasileira não fica fora de uma Olimpíada desde 1992, em Barcelona, quando fez sua primeira participação. ''''Agora é nos prepararmos bem para o Pré-Olímpico Mundial, pois enfrentaremos seleções bem mais fortes. Precisamos jogar em conjunto desde o primeiro dia de treinos para buscar uma das cinco vagas que restam'''', avaliou a capitã armadora Claudinha.O técnico Paulo Bassul disse que vai continuar o trabalho com o grupo que disputou o Pré-Olímpico do Chile para a repescagem mundial, incorporando ao time a armadora Adrianinha e a pivô Erika, que ficaram fora por causa de problemas com seus clubes. Também quer resgatar a pivô Kelly, cortada por estar fora de forma.O treinador segue para Chieti, na Itália, para acompanhar a fase decisiva do Pré-Olímpico Europeu, a partir de quinta-feira. ''''Das 12 seleções que vão para a Olimpíada, cinco estão ali'''', observou. Também pretende fazer contatos para agendar amistosos contra times europeus.A ala Iziane, que perdeu duas bolas que poderiam ter garantido a vitória na semifinal, sábado, contra Cuba (derrota por 69 a 67), disse que o Pré-Olímpico das Américas serviu de lição. ''''Temos muito a crescer. Contra Cuba ficou o aprendizado. Elas ganharam com nossos erros. O Brasil tem de saber lidar com os erros e corrigir dentro do próprio jogo.''''

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