''''Agora, poderei ir ao shopping''''

De alma lavada, o zagueiro Betão festeja a vitória e diz que voltará a ter tranqüilidade para sair com a mulher

O Estadao de S.Paulo

08 de outubro de 2007 | 00h00

Betão terminou o clássico de ontem diante do São Paulo de alma lavada. Autor do gol da vitória, por 1 a 0, o zagueiro explicou o choro logo após cabecear a bola para o gol de Rogério Ceni, aos 41 minutos da etapa final. "É sensação muito boa a tranqüilidade que dá uma vitória em um clássico", admitiu o jogador. "Se minha esposa quiser, poderemos ir ao shopping, à padaria. Isso é muito bom."Titular do Corinthians há três anos e agora capitão da equipe,Betão falou da pressão que sofreu por causa do tabu sem vitórias sobre o São Paulo, que durava desde 2003. "Nunca deixei de ir a uma entrevista coletiva, mas reconheço que encheu ser sempre lembrado de nunca havia vencido o São Paulo. Agora, isso acabou."Betão elogiou o adversário, mas ressaltou as qualidades corintianas. "O São Paulo é o melhor time do Brasil e o Corinthians venceu. Então, temos temos algo de bom. Não sei o quê, mas temos", divagou.A vitória não tirou o Corinthians da zona de rebaixamento, mas, segundo Betão, a confiança para os oito últimos jogos será outra. "Talvez no momento esta vitória não tenha nos dado o que queríamos, mas no fim do campeonato poderá ser importante."PÉ-QUENTEO volante Vampeta aproveitou, mais uma vez, para brincar com o rival. "Sou pé-quente contra o São Paulo. Se eles quiserem me vencer, só em 2008", avisou. "Se vencerem. Não perco para eles desde 2002."Mais comedido na entrevista coletiva, Vampeta falou da importância de vencer o rival. "Falei para o grupo que nossas notas nos jornais serão mais altas e isso é muito bom, traz outro astral para o elenco."Vampeta lembrou que conquistou sete títulos com a camisa do Corinthians e não pretende marcar sua carreira com um rebaixamento para a Série B. "Muitos dos nossos jogadores disputam o Brasileiro pela primeira vez. E vários deles têm contrato de três, quatro anos. Por isso, conversamos sobre a importância de reagir. E conseguimos mostrar nossa força em campo nos dois últimos jogos", disse o veterano jogador, de 33 anos.

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