Ainda sem treinador, Grêmio tenta confirmar a classificação no Chile

Mesmo com um técnico interino e sob desconfiança da torcida, que tem dúvidas sobre o potencial do time, o Grêmio pode se classificar para a segunda fase da Taça Libertadores da América hoje, desde que vença o Universidad de Chile, em Santiago. Se empatar ou perder, o Tricolor, que é primeiro colocado do Grupo 7, com 10 pontos, vai precisar de pelo menos um empate, na última rodada, dia 28, contra o Boyacá Chico, para não depender de resultados paralelos favoráveis. Apesar da aparente facilidade, a meta dos gremistas é ganhar os dois jogos para ficar entre os melhores primeiros colocados e decidir as oitavas de final em casa. "Vai ser nossa partida mais complicada da competição", define Maxi Lopez, autor de um dos três gols feitos pelo Grêmio contra o Aurora na terça-feira passada. O argentino ganhou a condição de titular. "O adversário vai jogar a vida contra nós. Teremos de trabalhar muito bem para sair com um bom resultado." Sem problemas para escalar o time, o treinador interino Marcelo Rospide não recorreu aos treinos secretos nem aos despistes usados por Celso Roth, demitido no dia 4 de abril. O Grêmio ainda não definiu o substituto de Roth. O preferido é Paulo Autuori, que tem contrato com o Al-Rayyan, do Catar, até 17 de maio. A direção da equipe tricolor estuda, também, trazer Rene Weber, auxiliar de Autuori no Oriente Médio, para comandar a equipe enquanto o treinador não assume o cargo.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.