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'Ainda tenho chances do bicampeonato', garante Gabriel Medina

Atual campeão sabe que precisa chegar longe no Pipe Masters e torcer para os rivais caírem antes

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

05 de dezembro de 2015 | 17h00

Para conquistar o bicampeonato mundial de surfe, Gabriel Medina terá de lutar contra os prognósticos que não são muito favoráveis. Em linhas gerais, ele precisa ir bem no Billabong Pipe Masters e torcer para que Mick Fanning, Filipe Toledo e Adriano de Souza não cheguem às quartas de final na melhor das hipóteses na última etapa do ano.

“Ainda tenho chance. Acho que chego para a disputa igual o Mick chegou contra mim no Havaí no ano passado. Enfim, preciso de um resultado bom e torcer para eles não irem muito longe. Estou focado em fazer meu trabalho, quero ir para ganhar, depois a gente vê o que eles fizeram. Não tem muito o que fazer”, diz.

Medina sabe que terá de ficar na torcida para que outros surfistas façam o serviço, pois como eles estão na frente do ranking mundial, um cruzamento entre eles só ocorreria nas fases finais em Pipeline. “Tem muitas matemáticas possíveis. Não tem nada que possa fazer em relação a eles, porque não vamos nos enfrentar nas primeiras fases, ficaremos em baterias diferentes. O melhor vai vencer”, afirma.

Atual campeão do mundo, o garoto de Maresias teve um início ruim de temporada, que lhe custou preciosos pontos. Ele até achou que não teria mais chances no ano, mas se recuperou na reta final e ainda sonha. “Depois das quatro primeiras etapas, que eu perdi de cara, achei que já não teria mais chances de título mundial. Mas os resultados começaram a aparecer, e cheguei ao final do ano com possibilidade de conquistar o bicampeonato.”

PARA SER CAMPEÃO

- Se vencer a etapa Filipinho tem de ser no máximo 9º, e Fanning e Mineirinho 5º.

- Se ficar em 2º Filipinho, Mineirinho e Fanning têm de ser no máximo 13º.

- Se ficar em 3º Filipinho tem de ser no máximo 25º, e Mineirinho e Fanning 13º.


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