Aldo defende limite de mandatos em confederações

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, defendeu nesta sexta-feira que haja um limite de apenas uma reeleição para a presidências da confederações nacionais das modalidades esportivas. De acordo com ele, a alternância de poder será saudável para o desenvolvimento do esporte no País.

NATHALIA GARCIA, Agência Estado

14 de setembro de 2012 | 15h38

"Defendo que sejam dois mandatos consecutivos. Sem direito a uma terceira eleição ou uma segunda reeleição. Por que procuramos esses critério? A democracia estabelece que tudo tem um limite. O tempo do mandato também estabelece compromisso, porque você não terá a vida inteira para fazer alguma coisa, você tem de se programar para realizar um programa, uma plataforma dentro de um determinado tempo", opinou o ministro do Esporte, que compareceu a São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, para acompanhar a partida entre Brasil e Rússia pela Copa Davis.

No início do clico olímpico que culminará com os Jogos do Rio-2016, o ministro defendeu maior profissionalismo das confederações. "A outra questão é a da gestão profissional, que valorizará o próprio esporte, valorizará perante os patrocinadores. Aumentará a confiança de patrocinadores e sócios na gestão e, portanto, não se ficará exposta a uma marca ou a uma gestão temerária", ressaltou ele, um dia depois de lançar o programa Brasil Medalhas 2016, que pretende dar uma bolsa mensal de R$ 15 mil até os Jogos do Rio a cerca de 200 atletas brasileiros classificados entre os 20 melhores do mundo em suas categorias.

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