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Alemão é o vencedor mais jovem da história

"É inacreditável, nunca vou esquecer este dia, o mais feliz da minha vida. Eu nunca vou esquecer aquela imagem da torcida, embaixo do pódio, minha equipe, minha família, todos lá", disse Sebastian Vettel, supertalento da nova geração da F-1, ao lado de Robert Kubica e Lewis Hamilton, todos já vencedores e bem jovens. "Quando ouvi o hino da Alemanha e depois o da Itália, quase chorei." Mais fotos da vitória de Vettel na Itália Vettel é da equipe Toro Rosso, que até 2005 chamava-se Minardi, a mais modesta da competição. "Recebemos a ajuda do Centro de Tecnologia da Red Bull, somos em cerca de 160 pessoas, em Faenza, e todos podem hoje (ontem) dormir com sensação de já terem vencido na Fórmula 1", afirmou. De 1985 a 2005 a Minardi não conseguiu.Os números também expressam com fidelidade o que a F-1 ganhou com a competência e simplicidade de Vettel: ontem tornou-se o mais jovem piloto da história a vencer um GP, aos 21 anos e 2 meses. Deixou para trás ninguém menos de Fernando Alonso, que em 2003 ganhou na Hungria com 22 anos. Sábado, em Monza ainda, Vettel passou a ser o mais jovem a estabelecer uma pole position. De novo Alonso foi a vítima, que na Malásia, em 2003, tinha 21 anos e 7 meses. Não acabou: o jovem alemão já liderava o ranking de precocidade de marcar pontos na F-1, ao ser oitavo no GP dos EUA de 2007, com 19 anos e 11 meses. Superou Jenson Button, que aos 20 anos e 2 meses pontuou pela primeira vez no GP do Brasil de 2001. O sucesso de Vettel é o sucesso de dois profissionais experientes também que, com orçamento que em nada lembram os de Toyota e Honda, por exemplo, já venceram, agora, na Fórmula 1, depois apenas de dois anos e meio na direção da escuderia: Gerhard Berger, sócio e diretor da Toro Rosso, e Giorgio Ascanelli, o diretor-técnico, que já foi engenheiro de pista de Nelson Piquet e Ayrton Senna. Em alta, Vettel defenderá a Red Bull no ano que vem.

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