Amostra B confirma doping de maratonista queniana

Os testes da amostra B foram realizados entre a última quarta-feira e esta sexta no laboratório da Agência Mundial Antidoping

Estadão Conteúdo

19 de dezembro de 2014 | 18h13

A Federação Queniana de Atletismo anunciou nesta sexta-feira que a amostra B da maratonista Rita Jeptoo também testou positivo para o uso de doping. A informação confirmou o teste realizado anteriormente, que encontrou a substância proibida EPO no sangue da atleta.

Os testes da amostra B foram realizados entre a última quarta-feira e esta sexta no laboratório da Agência Mundial Antidoping, em Lausanne, na Suíça. A federação queniana informou que realizará o julgamento da atleta no início de janeiro.

De acordo com David Okeyo e Jackson Tuwei, vice-presidentes da federação queniana, Jeptoo foi submetida a um exame surpresa no dia 25 de setembro e o teste mostrou traços de EPO sintético.

O EPO (eritropoietina) é um hormônio secretado pelo rim e estimula a medula óssea a produzir glóbulos vermelhos. A sua versão sintética, injetável, é utilizada no tratamento de doenças como o câncer e utilizada por atletas para obter ganho de resistência. Pelos seus efeitos, é um dos casos mais regulares de doping no esporte, especialmente em modalidades que exigem resistência, como ciclismo de estrada e maratonas.

Jeptoo conquistou seu segundo título consecutivo da Maratona de Chicago no dia 12 de outubro. Ela seria coroada a vencedora do World Marathon Majors - grupo que reúne as maratonas de Tóquio, Paris, Boston, Berlim, Chicago e Nova York -, mas a revelação do doping cancelou a premiação à queniana.

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