Cássio Ramon Petry / Canoagem Brasileira
Cássio Ramon Petry / Canoagem Brasileira

Ana Sátila conquista o ouro em etapa francesa da Copa do Mundo de Canoagem Slalom

Brasileira chega ao segundo título em 2020, já que havia vencido etapa na Eslovênia há duas semanas

Redação, Estadão Conteúdo

08 de novembro de 2020 | 17h15

Ana Sátila garantiu neste domingo mais uma medalha de ouro para o Brasil na Europa ao vencer a etapa de Pau, na França, da Copa do Mundo de Canoagem Slalom. Competindo na categoria C1, para uma pessoa, a canoísta fez uma descida no tempo de 115s39, deixando para trás a ucraniana Viktoriia Us, que completou o percurso em 121s64. É o segundo título da brasileira neste ano, pois já tinha sido campeã há duas semanas na Eslovênia.

"Foi uma experiência incrível, estou muito feliz em terminar essas duas competições com medalha de ouro e voltar vitoriosa para o Brasil. Quero agradecer a todos pela torcida, essa medalha é fruto de um esforço de uma equipe inteira", comentou.

Essa é a sexta medalha em Copas do Mundo de Ana Sátila - dois ouros conquistados nesta temporada e mais duas medalhas de prata no K1 e dois bronzes pelo C1. Em Pau, a canoísta também competiu no sábado, pelo K1 (caiaque individual feminino), e ficou na quarta posição.

"Estou muito feliz, hoje (domingo) eu realmente aproveitei o percurso. Finalizar essa prova e voltar para a casa com uma medalha de ouro é muito importante e um empurrão para treinar ainda mais pensando nas Olimpíadas de Tóquio. Foi um ano difícil, foi difícil fazer os planos para esse ano, mas eu estou muito feliz com as conquistas", completou.

Mais brasileiros também disputaram provas no sul da França. Mathieu Desnos garantiu a sua primeira final em Copas do Mundo pelo K1 e chegou em quarto lugar. Pedro Gonçalves disputou a mesma categoria, mas ficou nas semifinais. Já na prova do K1 Extremo, Pepe chegou a final e garantiu o quarto lugar. Felipe Borges, pelo C1, terminou na 16.ª colocação.

Os atletas estão há dois meses na Europa. Eles fazem parte da Missão Europa do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que levou atletas de diversas modalidades para o Velho Continente para garantir a continuidade de treinos e competições até os Jogos de Tóquio, no ano que vem.

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