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Ana Sátila e Pepê asseguram mais 2 vagas olímpicas ao Brasil na canoagem slalom

Brasileira disputou a final no C1 feminino neste domingo e fechou a prova em décimo e também assegurou mais um lugar para a equipe nacional

Redação, Estadão Conteúdo

29 de setembro de 2019 | 11h56

Ana Sátila e Pedro Gonçalves conquistaram mais duas vagas olímpicas para o Brasil na canoagem slalom neste domingo. Eles participaram, respectivamente, das disputas da provas do C1 e K1 no Campeonato Mundial da modalidade, que está sendo realizado em La Seu d'Urgell, na Espanha.

Pedro Gonçalves, o Pepê, ficou em 24º lugar na semifinal do K1 masculino. A Federação Internacional de Canoagem (ICF, na sigla em inglês) destinou para o Mundial 18 vagas olímpicas para a sua prova e o brasileiro garantiu uma vaga para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 porque outros países tinham mais de dois representantes e ele acabou ficando entre os 18.

"Acabei de conquistar a vaga olímpica na cidade de La Seu D'Urgell, na Espanha. Foi muito difícil, o nível estava muito elevado, mas a gente entrou com tudo na água. A gente mostrou que é brasileiro, a gente mostrou a força que tem e conseguiu conquistar essa vaga olímpica para o Brasil", celebrou Pepê, em vídeo divulgado no Twitter.

O tcheco Jiri Prskavec foi o campeão do k1 masculino, com os espanhóis David Llorente e Joan Crespo em segundo e terceiro, respectivamente.

Já Ana Sátila, que havia garantido a primeira vaga do Brasil na canoagem slalom em Tóquio ao avançar à semifinal da prova do K1 feminino - na final, terminou em nono lugar -, foi ainda melhor. Ela disputou a final no C1 feminino neste domingo e fechou a prova em décimo. Com isso, também assegurou mais um lugar para a equipe nacional nas Olimpíadas.

O título da prova ficou com a alemã Andrea Herzog, que terminou pouco à frente da australiana Jessica Fox, a segunda. A austríaca Nadine Weratschnig fechou em terceiro lugar.

A Confederação Brasileira de Canoagem terá até 10 dias após o Mundial para definir de qual das duas vagas Ana Sátila irá abdicar, pois um atleta só pode garantir uma única embarcação por país no Mundial. A vaga pertence, por enquanto, ao Brasil, e para oficializar sua ida a Tóquio, a canoísta passará pela seletiva nacional em 2020.

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