Análise: Wagner Vilaron Quando Ganso some, ataque passa fome

Taticamente o Santos atuou como se esperava. Procurou ter a posse de bola e acionar seus talentos individuais. Dois fatores dificultaram a implantação dessa estratégia durante os 90 minutos. O primeiro foi a reconhecida eficiência do sistema defensivo do Corinthians, equipe mais organizada do futebol brasileiro, o que naturalmente dificulta a ação do adversário. Em segundo, o fato de o meio-campo santista não ter funcionado. Ganso esteve aquém do esperado e não houve plano B para o setor. Conclusão, a força do trio de atacantes Neymar/Borges/Kardec ficou comprometida.

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