Andrés pede calma com estádio corintiano

O medo de não conseguir construir um estádio para o Corinthians incomoda o presidente Andrés Sanchez. Um dia após a possibilidade de o clube ter sua casa em 2010 tornar-se pública, o dirigente resolveu diminuir o impacto da notícia. Mesmo com pessoas que lhe são próximas trabalhando para concretizar o sonho de todo corintiano e buscarem parceiros para a obra, na Marginal do Tietê, perto da ponte da Vila Maria. "Tem gente dando o passo maior do que a perna", disse Sanchez. "Ainda não tem acordo nenhum. Apenas a escolha de um projeto, que é mais acessível. E só."O presidente corintiano ficou irritado quando soube que o conselheiro Edgard Alcides Ortiz divulgou que tudo já estava fechado. "O estádio terá capacidade para 52 mil pessoas e será inaugurado no dia 1º de setembro de 2010, uma quarta-feira, dia do centenário", informava. "Vai ser feriado nacional nesse dia", ironizou Sanchez. "Temos a opção até o fim do mês, mas o terreno ainda não está comprado, o contrato não está assinado, ainda não conversamos com órgãos municipais e estaduais. Só assino quando tiver as garantias, afinal é uma obra de R$ 400 milhões."Amanhã, o Corinthians enfrenta o Bragantino, no Morumbi, e mais uma vez o técnico Mano Menezes não terá os volantes Fabinho e Perdigão, lesionados, além do atacante Finazzi, aprimorando a forma física. O zagueiro Chicão retorna ao time.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.