Apesar de proibido na Libertadores e no Brasil, uso de fogos é comum

No clássico contra o Palmeiras, dia 17, três corintianos foram retirados do estádio após acenderem artefato

Gonçalo Junior, Raphael Ramos e Vítor Marques, O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2013 | 02h08

SÃO PAULO - O uso de sinalizadores, fogos de artifício e objetos pirotécnicos é proibido nos jogos da Copa Libertadores. Cabe ao policiamento dos estádios fiscalizar e fazer o controle da entrada. No Brasil, esses artefatos também são vetados.

No entanto, assim como ocorreu na partida de quarta-feira em Oruro, nem sempre a polícia consegue impedir a entrada de sinalizadores. O caso mais recente envolvendo jogos do Corinthians no Pacaembu foi no último domingo, no clássico com o Palmeiras. Três torcedores acenderam esse tipo de artefato no setor do Portão 21 e foram retirados do estádio.

"A condição de permanência de um torcedor no estádio é diretamente ligada ao seu comportamento. Foi detectado que eles estavam com sinalizadores do tipo pisca-pisca que poderiam ferir a integridade física dos demais torcedores. Eles foram encaminhados ao posto de comando, qualificados e retirados do local", disse o tenente Marçal Ricardo Razuk, responsável pelo policiamento nos estádios. Dependendo do tipo de artefato e da quantidade, o torcedor é encaminhado para a delegacia.

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