Após Austrália, time de futebol da Suécia também rejeita ficar na Vila Olímpica

Após a delegação australiana anunciar que só vai ocupar os apartamentos na Vila Olímpica depois que forem feitos reparos nas redes elétrica, hidráulica e de gás, além de uma limpeza nos imóveis, classificados como "inabitáveis" pelos australianos, a equipe de futebol feminino da Suécia também adiou a chegada ao Rio, segundo o diretor de comunicação do Comitê Organizador da Rio-2016, Mario Andrada.

Fábio Grellet, Estadão Conteúdo

24 de julho de 2016 | 15h19

As suecas estão em período de treinamento fora do Rio e vão permanecer até que os reparos sejam concluídos, afirmou Andrada. Segundo ele, por enquanto só esses dois grupos de atletas mudaram os planos em função dos problemas da Vila Olímpica.

Embora os chefes da delegação australiana tenham anunciado que não ficarão na Vila nos próximos dias, pelo menos 12 atletas desse país estavam almoçando no refeitório do alojamento, segundo Mario Andrada afirmou em entrevista ao Estadão.com por volta das 14h30 deste domingo. "Não sei quantos viriam (para a Vila) nem quantos deixaram de vir, mas tem atletas aqui", afirmou.

Segundo Andrada, os gastos com eventual permanência dos atletas fora da Vila Olímpica não serão assumidos pelo Comitê Organizador. "A decisão de não ficar (na Vila) foi da delegação australiana, então não cabe ao comitê assumir esse gasto." Ele disse não ter sido informado sobre o hotel onde a delegação permanecerá até a conclusão dos reparos.

Em entrevista à TV por assinatura Globonews, Andrada classificou os problemas apontados pela delegação australiana como "típicos de apartamentos novos, principalmente vazamentos e curtos circuitos na rede elétrica", e afirmou que os problemas serão resolvidos até a metade desta semana.

"A gente tem uma força tarefa que está trabalhando 24 horas, hoje ela chega a 500 homens. Mas alguns países estão um pouco mais impactados pelos apartamentos que eles usam, então algumas delegações vão adiar um pouco a chegada de seus atletas para que esteja tudo em ordem".

Andrada lamentou a necessidade de reparos: "A gente não queria que tivesse acontecido isso, mas a melhor coisa nessa hora é resolver rápido o problema e passar para frente".

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