Após doping, UCI quer caçar licença da equipe Astana

Uma das principais equipes profissionais de ciclismo do mundo, a Astana Pro Team, do Casaquistão, único time asiático reconhecido como de elite pela UCI (União Ciclística Internacional) corre o risco de ter sua licença cancelada depois de três casos seguidos de doping entre seus atletas.

Estadão Conteúdo

16 de outubro de 2014 | 15h05

Nesta quinta-feira, a UCI pediu à sua comissão de licenças que revise o status da Astana por conta da "séria preocupação com o fato de que dois ciclistas da Astana, (os irmãos) Maxim e Valentin Iglinskiy, recentemente testaram positivo para EPO, e por esta semana Ilya Davidenok ter tido exame analítico adverso para esteroides", argumenta a UCI, citando ciclistas do Casaquistão.

Neste ano, apenas 18 equipes receberam a licença de elite profissional no ciclismo de pista. A Astana já tem garantida essa licença para o ano que vem e conta com nomes como o italiano Vincenzo Nibali, atual campeão da Volta da França. A equipe é chefiada por Alexandre Vinokourov, atual campeão olímpico do ciclismo de estrada e que tem uma mancha de doping no seu passado.

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