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Após eliminação, Zeba tenta elevar moral dos mais jovens da seleção

Armador do Brasil valoriza luta da equipe e prevê melhora progressiva após eliminação para a Croácia no Mundial de handebol

VÍTOR MARQUES - ENVIADO ESPECIAL A DOHA, O Estado de S. Paulo

25 de janeiro de 2015 | 19h57

A eliminação por um gol para a Croácia (26 a 25) no Mundial do Catar, sofrida neste domingo, provocou a frustração e o choro na maioria dos jogadores da seleção brasileira de handebol. O veterano armador Zeba, de 31 anos, pode ter disputado seu último jogo de seus cinco Mundiais. Coube a ele, nos vestiários, conversar com os jogadores mais novos.

"Disse que, se era para cair, que caíssemos dessa forma. A Croácia tem os melhores atletas da Europa e nós jogamos de igual para igual. Qualquer equipe poderia ter vencido. Tenho certeza que nos próximos Mundiais vamos passar as quartas de final", ressaltou.

Pelo segundo Mundial consecutivo o Brasil parou nas oitavas de final. E pelo segundo Mundial seguido a derrota foi por um gol. Zeba citou até a demora do Corinthians em vencer uma Libertadores para explicar a nova derrota da seleção brasileira.

"São esses detalhes que faltam. Comentará lá. No futebol, o Corinthians demorou para conquistar a Libertadores. Mas é jogando todo o ano que você aprende", afirmou. O central João disse que o Brasil ainda precisa evoluir para vencer uma seleção grande da Europa. "A gente tá no quase, mas temos de sair desse quase", enfatizou.

*O repórter viajou ao Mundial a convite da Federação Internacional de Handebol
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