Após escândalo de doping, equipe Astana renova licença na elite do ciclismo

Enquanto tem início no atletismo russo aquele que parece ser o maior escândalo de doping da história contemporânea do esporte, o último grande caso de doping sistemático parece estar definitivamente superado. A União Ciclística Internacional (UCI) reconheceu que a equipe Astana, da Casaquistão, adotou todas as medidas recomendadas e garantiu a ela a licença ''Pro-Tour'', que a mantém na elite do ciclismo de estrada internacional em 2016, podendo competir em todas as grandes voltas.

Estadão Conteúdo

10 Novembro 2015 | 18h37

Em outubro passado, após a revelação dos três primeiros dos cinco casos de doping revelados na Astana, a UCI pediu à sua comissão de licenças que revisasse o status da equipe, chefiada por Alexandre Vinokourov, atual campeão olímpico do ciclismo de estrada, que tem uma mancha de doping no seu passado.

Na ocasião, a UCI decidiu que a Astana só poderia receber sua licença para continuar como equipe da elite do ciclismo de estrada mundial se aceitasse sofrer uma auditoria externa. Mas uma auditoria independente contratado pela UCI apontou que a equipe não teve envolvimento com os casos de doping.

Desde abril, a equipe do italiano Vincenzo Nibali, campeão da Volta da França de 2014, vem sendo monitorada. Pelo análise da comissão de licenças, a Astana cumpriu tudo que lhe foi pedido, demonstrando interesse em superar os erros do passado. Por isso, agora sua credencial não é mais condicional.

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