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Após incêndio, Patrícia Amorim promete rapidez na reconstrução

Ginásio que abrigava a equipe de ginástica artística ficou destruído; presidente diz que não houve pane elétrica e espera perícia

O Estado de S. Paulo

29 de novembro de 2012 | 17h20

RIO - A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, promete usar todos os esforços para garantir que o Ginásio Claudio Coutinho, destruído por um incêndio na manhã desta quinta-feira, seja rapidamente reconstruído. O local abrigava os treinos da equipe rubro-negra de ginástica artística, onde treinam os irmãos Diego e Daniele Hypolito, Jade Barbosa e Sergio Sasaki.

 

A dirigente afirmou que o incêndio não foi causado por uma pane, já que a caixa elétrica estava intacta, e espera que as perícias do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil determinem o motivo do fogo. Segundo Patrícia, o incêndio começou por volta das 8h30, do lado direito do ginásio, e acabou se alastrando para o lado esquerdo.

 

"É onde tem o fosso, uma piscina de espuma onde os atletas fazem acrobacias. Tem uma concentração grande de material inflamável e o fogo se espalhou rapidamente", explicou. "Mas vamos reconstruir esse ginásio. Assim que a perícia acabar, começa o trabalho de reconstrução e recuperação desse ginásio."

 

O Flamengo disse ter realizado investimentos recentes no local. Foram gastos R$ 400 mil na reforma do ginásio e outros R$ 300 mil vieram do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), em forma de equipamentos.

 

"Um terço do ginásio foi destruído. Sem o fosso, as acrobacias dos atletas ficam prejudicadas. O tablado também está parcialmente destruído e só pode ser utilizado integralmente. O ginásio não está em condições de uso em função do comprometimento do local. Vamos aguardar a perícia para tentar compreender o quanto do espaço ficará prejudicado", concluiu a presidente.

 

Enquanto as investigações não começam, os ginastas do Flamengo, que constituem a base da seleção brasileira, ficarão em um impasse. Os atletas teriam como opção de treinamentos o recém-inaugurado CT do Velódromo, na Barra, mas o local será demolido para que outra pista de ciclismo seja construída para atender as exigências da Olimpíada de 2016.

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