Bryn Lennon/AP
Bryn Lennon/AP

Após prisões no esqui, Áustria tem ciclistas suspensos por suspeita de doping

Georg Preidler e Stefan Denifl fizeram parte da equipe do país nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio

Redação, Estadão Conteúdo

05 de março de 2019 | 14h22

A União Ciclística Internacional (UCI) suspendeu nesta terça-feira dois ciclistas austríacos pelo seu papel em uma rede internacional de doping sanguíneo. A UCI informou que colaborará com as autoridades antidoping austríacas nas investigações contra Georg Preidler e Stefan Denifl, que participaram das principais provas do ciclismo e que fizeram parte da equipe do país nos Jogos Olímpicos de 2016.

A equipe profissional de Preidler, o Groupama-FDJ, havia anunciado na segunda-feira que o ciclista havia renunciado ao time depois de admitir uma "implicação indesculpável" no doping sanguíneo, incluindo dois procedimentos no ano passado.

Anteriormente, no domingo, as autoridades austríacas informaram que um ciclista tinha admitido o uso de doping depois de ser preso. O nome do atleta não havia sido revelado, respeitando as leis de privacidade austríacas, mas vários meios de comunicação do país disseram que se tratava de Denifl.

As suspensões ocorrem após as ações policiais na semana passada no Mundial de Esqui Nórdico na Áustria e em um consultório médico na Alemanha. Um médico alemão que trabalhava no ciclismo profissional, Mark Schmidt, é acusado de prestar serviços de doping sanguíneo para atletas em vários esportes.

Cinco esquiadores foram presos no campeonato, junto com Schmidt e três pessoas descritas como seus parceiros. Os detidos foram identificados como esquiadores de cross-country, sendo eles os austríacos Max Hauke e Dominik Baldauf, o casaque Alexei Poltoranin, e os estonianos Karel Tammjarv e Andreas Veerpalu. Os cinco foram suspensos pela Federação Internacional de Esqui.

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