Reprodução/Insagram
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Após ter cachorro salvo, norte-americano paga por comercial de agradecimento no SuperBowl

Equipe de veterinários curou o bicho de estimação de um câncer e ‘ganhou’ uma propaganda de US$ 6 milhões

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de fevereiro de 2020 | 18h23

Um norte-americano resolveu pagar um comercial de US$ 6 milhões (equivalente a R$ 25,6 milhões) para agradecer a equipe de veterinários que salvou seu cachorro de um câncer agressivo. A propaganda será exibida durante a transmissão da 54ª edição do SuperBowl - a decisão do principal campeonato de futebol americano - que acontece neste domingo, 2, em Miami, nos Estados Unidos.  

O responsável por tamanha gratidão é David MacNeil que levou seu pet, Scout, um golden retriever de sete anos de idade, para ser tratado pelos veterinários da Universidade de Wisconsin, em 2019. O cachorro foi diagnosticado com hemangiossarcoma, um tumor maligno que afeta paredes de vasos sanguíneos. 

“A doença de Scout nos devastou”, afirmou MacNeil para a Universidade de Wisconsin. “Nós queremos usar toda a visibilidade possível para a história dele e para outras inovações da Universidade, que não ajudam apenas animais. As pesquisas desenvolvidas podem possibilitar avanços no tratamento de câncer em humanos”, concluiu.

"Scout é meio que o paciente perfeito pois tolerou muito bem diversos tipos de tratamento, seu tumor primário respondeu muito bem e conseguimos manter sua qualidade de vida em um nível muito alto", declarou professor de oncologia da Escola de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin.

O comercial terá trinta segundos e contará como foi o tratamento e a recuperação de Scout. A intenção da propaganda é incentivar doações para o programa de medicina veterinária responsável pela cura do cachorro. A exibição será feita no segundo quarto do SuperBowl. 

MacNeil é fundador e CEO da WeatherTech, uma empresa de venda de produtos para carros. No site da companhia, existe um link que remete para doações para a instituição de ensino norte-americana. De acordo com a Universidade de Wisconsin, o empresário já havia perdido três cachorros por conta de câncer.

 

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