Após um ano, Mano não encontrou equipe ideal

LOS CARDALES - Na próxima semana, Mano Menezes completa um ano na seleção. Avesso a comparações com quem o antecedeu, ele aposta numa renovação mais consistente para a formação do que chama de "time ideal" e não se apega a números. Em 11 jogos com Mano, a seleção venceu seis, empatou três, perdeu dois e não convenceu em nenhum. Hoje, contra o Paraguai, a equipe tenta melhorar o saldo - fez apenas 16 gols nesses confrontos, e levou seis.

Sílvio Barsetti e Paulo Galdieri, enviados especiais, O Estado de S.Paulo

17 de julho de 2011 | 00h00

Com Dunga, desde o Mundial de 2006 até meados de julho de 2007, o time obteve 11 vitórias, quatro empates e sofreu duas derrotas, marcando 35 vezes.

"Recaem sobre esse projeto a longo prazo (até a Copa de 2014) resultados nem sempre satisfatórios", disse Mano. Estatísticas à parte, um esboço da equipe de Dunga, em 2007, um ano após o fracasso no Mundial, indica que campanha bem sucedida na Copa América credencia para a disputa de novo Mundial.

Maicon, Juan, Gilberto Silva, Elano e Robinho ajudaram Dunga a ganhar a Copa América de 2007. Três anos depois, eram titulares na Copa.

Em Los Cardales, Mano prevê time forte, com o protagonismo de Ganso, Neymar e Pato para tentar o título do próximo Mundial. Essa suposição, no entanto, pode depender da campanha do Brasil na Copa América.

 

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