Apostas serão terceirizadas nos jockeys

Em três semanas os apostadores dos Jockeys Clubs do Brasil poderão estar diante de uma nova realidade: o anúncio da terceirização das apostas para empresas estrangeiras. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul saíram na frente de São Paulo e Paraná e há meses vêm negociando com uma multinacional americana e outra italiana. "Devemos acertar tudo em três semanas. A transação é vital para o turfe nacional que vive sua pior crise dos últimos anos", afirmou o presidente do Jockey Club Brasileiro, Luiz Alfredo Taunay. O dirigente explicou que, a princípio, a idéia de os próprios Jockeys do Brasil se unirem e administrarem em conjunto suas apostas foi descartada. De acordo com Taunay, o contrato com a empresa vencedora será por dez anos. Os Jockeys vão receber um aporte financeiro inicial, além de um porcentual do volume de apostas. Apesar das negociações avançadas com Rio e Rio Grande do Sul, o presidente do Jockey Club do Paraná, Luís Guilherme Mussi, informou que aproveitou o final de semana de comemorações pela realização do Grande Prêmio Brasil de Turfe para se reunir com Taunay e os outros dirigentes. A intenção foi a de também incluir Paraná e Cidade Jardim na transação com os estrangeiros. "Faremos mais reunião esta semana onde iremos tomar ciência de como estão as negociações envolvendo o Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul para conhecer em detalhes os contratos", disse Mussi. "Não sei se dará tempo para Paraná e São Paulo ainda entrarem nesse acordo. Se não der, vamos tentar fazer o nosso.?

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