Árbitro baiano vai bem, mas auxiliar erra feio

O desconhecido Jaílson Macedo de Freitas recebeu em cima da hora a ingrata missão de apitar a partida entre Goiás e São Paulo - substituiu Wagner Tardelli, que teve o nome envolvido em uma suspeita de manipulação de resultado - e não se livrou de uma polêmica. Culpa do auxiliar baiano Alessandro Rocha de Mattos, integrante do quadro da Fifa, que errou feio no lance que viria a decidir o jogo. No gol do São Paulo, não marcou impedimento claro do atacante Borges.A responsabilidade pela jogada, porém, era mais do auxiliar, que já figurava na escala inicial para a partida divulgada pela CBF, e não de Freitas.O árbitro baiano, aliás, entrou em campo como se fosse a maior estrela do espetáculo. Foi cercado por um batalhão de repórteres e não se absteve de responder às perguntas. "Estou preparado, é um jogo como outro qualquer", afirmou o árbitro, que foi avisado de que apitaria a "decisão" do Brasileiro apenas na véspera.Freitas teve boa atuação. Aplicou cartões amarelos corretamente, mas errou ao não advertir Jorge Wagner, num lance em que o ala deu um chute em Vitor - mostrou cartão ao atleta goiano, que revidou com um "safanão??. Tecnicamente, acompanhou os lances de perto. Deixou de marcar algumas faltas. "Creio que me saí bem??, analisou Jaílson. "Foi uma experiência muito importante para minha carreira.??

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.