Argentino, 111º do mundo, é a sensação

De lucky loser a semifinalista, Martin Alund vive uma semana de sonhos como a "zebra" do Brasil Open. Aos 27 anos, o argentino conseguiu apenas na segunda-feira sua primeira vitória em um torneio da ATP e não parou mais.

O Estado de S.Paulo

16 de fevereiro de 2013 | 02h06

Alund só entrou na chave principal porque o rival de Ricardo Mello na primeira rodada, Leonardo Mayer, se machucou. Mas aí venceu o brasileiro, o francês Jeremy Chardy (25.º do mundo) e o italiano Filippo Volandri, ontem, por 7/5 e 7/6 (7-5). "É a melhor semana da minha vida", disse o tenista, 111.º do mundo, que se dedica mais aos torneios challenger por falta de dinheiro. "Tenho um pequeno apoio da província de Mendoza e da família."

Em outra surpresa do dia, o tricampeão Nicolas Almagro foi eliminado por David Nalbandian. O argentino enfrenta hoje, na semi, o italiano Simone Bolelli.

Duplas. Depois de passar quase todo o torneio ofuscada nas quadras auxiliares do Ginásio Mauro Pinheiro, a dupla formada por Bruno Soares e austríaco Alexander Peya garantiu na raça o passaporte para a quadra principal. Eles venceram Horacio Zeballos e Oliver Marach por 6/3, 7/6 (10-8) e 12/10 e avançaram à final, amanhã, às 11 horas. "Essa quadra envolve um pouco de sorte e ela ficou muito para o lado deles, Tem dia que tem de ser na raça", afirma o mineiro, que disputa sua terceira final seguida.

Os rivais serão conhecidos hoje no jogo entre Cermak e Mertinak e os italianos Bolelli e Fognini, que venceram Thomaz Bellucci e João Souza nas quartas. / AMANDA ROMANELLI e NATHALIA GARCIA

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