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Arizona veta lei antigay e mantém disputa do Super Bowl de 2015

Veto à Senate Bill 1062 garante a realização do megaevento na cidade de Glendale

O Estado de S. Paulo

27 de fevereiro de 2014 | 16h22

SÃO PAULO - A governadora do Arizona, Jan Brewer, vetou projeto de lei que dava direito a estabelecimentos comerciais recusarem a presença de gays. O estado será palco do Super Bowl XLIX no ano que vem. O veto à Senate Bill 1062 garante a realização do megaevento na cidade de Glendale, University of Phoenix Stadium, dia 1º de fevereiro. O fato ocorre menos de um mês após o defensor Michael Sam, da Universidade de Missouri, declarar que é gay. O atleta, que é cotado para estar entre as primeiras escolhas do Draft desta temporada, assumiu publicamente sua homossexualidade em entrevista simultânea ao jornal The New York Times e à ESPN local.

A NFL também se manifestou sobre o caso e declarou apoio ao jogador. "Nós admiramos a honestidade e a coragem de Michael Sam. Qualquer jogador com habilidade e determinação pode ter sucesso na NFL. Estamos ansiosos para acolhimento e apoio a Michael Sam em 2014", divulgou a Liga de Futebol Americano em seu site oficial.

Além da própria NFL, o comitê organizador e o Arizona Cardinals pressionaram o governo para que a lei antigay fosse vetada. O Arizona já passou por uma situação parecida. Na ocasião, contudo, o estado perdeu o direito de sediar um Super Bowl. O fato ocorreu em 1993, quando a partida final da NFL acabou transferida para a Califórnia. A  mudança ocorreu porque o Arizona se recusou a incluir o feriado de Martin Luther King em seu calendário. Após instituí-lo, o estado acabou recebendo a edição 30 do Super Bowl, em 1996. A partida foi disputada na cidade de Tempe.

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