Assentos inseguros deixam torcedores indignados no Super Bowl

DALLAS - O dono do Dallas Cowboys, Jerry Jones, e do estádio que leva o nome de sua equipe, queria bater o recorde de público em um jogo de Super Bowl, mas a ambição pregou-lhe uma peça já que teve graves problemas em completar o capacidade que desejava.

Efe

07 de fevereiro de 2011 | 10h28

Aproximadamente 1.250 torcedores foram mudados de lugar antes que a partida mais esperado de todo o ano nos Estados Unidos começasse, porque seus assentos temporários pareciam inseguros.

De fato, 400 torcedores não foram permitidos a permanecer dentro do estádio e 850 foram colocados em outro lugar dentro do mesmo recinto, cuja construção custou US$ 1,3 bilhão.

Como era de se esperar a ação gerou todo tipo de indignação e frustração aos torcedores que não puderam permanecer dentro do estádio embora tenham pagado uma grande quantidade de dinheiro.

"Jerry vendeu entradas que não lhe pertenciam", denunciaram torcedores de ambas as equipes. "Em qualquer parte do mundo isto se chama fraude".

A NFL informou em comunicado oficial que os torcedores foram colocados em outros assentos "similares ou melhores".

Enquanto os que foram rechaçados receberão um reembolso do triplo do valor real da entrada, que varia entre US$ 600 e US$ 1.200, o que poderia não ser suficiente para quem pagou muito mais a revendedores, sem mencionar os custos de viagem e hotel.

Alguns torcedores já reivindicavam que tinham pagado até US$ 3.000 por uma entrada de US$ 600, o que significava que os 1.800 que vão receber de compensação não cobriria o investimento, além de terem ficado sem ver a partida.

Mas os torcedores afetados reivindicaram que não queriam dinheiro, mas ver o jogo dentro do estádio, especialmente os que tinham viajado até Arlington (Texas) de outras partes do país.

Veja também:

link Super Bowl XLV fica perto da melhor marca de público

link Packers campeão do Super Bowl XLV

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.