Associação deixa de ser ''''celeiro de atletas''''

Idealizada em 2001 para ser um "celeiro?? de atletas, a APA passa por maus momentos. Com a escassez de patrocinadores, mudou de nome - nasceu como Associação Prudentina de Atletismo e agora chama-se Associação Paulista de Atletismo -, enfrenta processos trabalhistas movidos por alguns atletas e tenta manter-se viva.Depois de passar por cidades como Botucatu e São Bernardo do Campo, voltou a Presidente Prudente, cidade onde foi fundada. Mas já não conta com tantos atletas de ponta, como no passado. Na semana passada, a APA obteve uma vitória na Justiça Trabalhista, em Presidente Prudente. A ação movida por Sabrina Manzolli contra a associação foi considerada improcedente. "Esporte amador é uma coisa, esporte profissional é outra. Atletas amadores não têm direito trabalhista??, disse Mauro César Martins de Souza, advogado da APA.Jayme Netto Júnior, técnico e presidente da APA, atualmente está na cidade de Espinho, em Portugal, preparando alguns atletas brasileiros que irão à Olimpíada de Pequim. Ele também é contratado da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt)e tem sob seu comando sete atletas.O técnico se mostra surpreso e magoado com Edson Luciano, mas se propõe a ir até o fim no processo trabalhista: "Sou 100% irreconciliável com ele??.Jayme Netto sustenta que a APA não é uma empresa, e, sim, uma entidade sem fins lucrativos. "A atuação é baseada na Lei Pelé e auxilia atletas amadores, preparando-os para competições.??

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